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O amor é analógico ou memória da pele

Depois que cortei o meu cabelo, fui tomada por uma vontade quase incontrolável de tatuar a pele. O que ainda me salva é o medo/pavor que eu tenho de agulhas. Mas esse medo é completamente esquecido quando vejo tatuagens como essas daqui.

Maria Fernanda Brum e Arthur Camargo são os responsáveis pelo analogic love. Paralelo ao trabalho de tatuadores, eles também fazem desenhos em parede – misturando os conceitos de street art e tatuagem, pinturas em quadros e desenhos para roupas, tendo até uma linha de underwear criada por Athos de Oliveira.

Será que se eu comprar uma calcinha minha vontade de tatuar passa? =P

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